10 de mar de 2011

Talvez haja beleza no adeus

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Passei a ser mais insensível desde quando você se foi. Perdi a conta das razões pra chorar.  As piores dores são as palavras que não posso dizer. Me reerguer sugou todas as minhas boas energias.
Brincar com sentimentos alheios se tornou meu passatempo favorito. Dou gargalhadas quando vejo uma cena de terror, destruição ou tristeza. De maneira rude digo que não me importo com o que você pensa de mim. A frieza está presente em cada palavra de desprezo que eu pronuncio. Olho para as fotografias com a mesma cara de nojo que olho para um corpo putrefato. Metade do mundo eu não quero por perto, e a outra metade eu lamento. 
Devo ser um monstro sem dó, porque, na verdade, eu não tô nem aí.

P.S.: Não, não se trata de um amor adolescente. Só se trata de uma das pessoas mais importantes na vida de alguém, que me deixou quando eu mais precisei.

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